Pesquisador(a) em Visão Computacional para Avaliação de Lesões
Medir cicatrização por imagem, com precisão que substitua a régua e o olho clínico isolado.
Acompanhar lesão crônica hoje é foto com régua e estimativa a olho. Você constrói segmentação e quantificação automática de área, profundidade e tecido, com incerteza declarada e desempenho estável entre tons de pele e condições de iluminação — porque modelo que só funciona em pele clara não serve ao Brasil.
COMO FUNCIONA ESTA VAGA
A posição integra um projeto de pesquisa e desenvolvimento submetido a agência de fomento. Nessa modalidade a subvenção econômica custeia a equipe própria em regime CLT — não é bolsa.
Estamos formando o quadro durante a submissão. A contratação efetiva ocorre com a aprovação do projeto, e quem já está no banco é chamado primeiro. Currículo Lattes é o que pesa na avaliação.
A TELI é uma empresa brasileira de tecnologia em saúde, com produtos em operação e registro de software no INPI. Trabalho remoto por padrão; onde há laboratório ou ICT parceira, o modelo é híbrido. Os detalhes do projeto são compartilhados durante o processo seletivo.
O que você vai fazer
- Desenvolver modelos de segmentação e quantificação de lesão.
- Medir e corrigir desempenho entre tons de pele e condições de captura.
- Estimar e comunicar incerteza junto com a predição.
- Validar contra avaliação clínica de referência e publicar.
Requisitos
- Doutorado ou mestrado com produção relevante em visão computacional.
- PyTorch e experiência com segmentação de imagem médica.
- Rigor em validação e em métricas.
- Currículo Lattes atualizado.
Diferenciais
- Experiência com dermatologia, feridas ou imagem clínica.
- Trabalho com equidade de desempenho em modelos de imagem.
Não tem currículo formal? Use o campo “conte sua história”. A gente lê.