Pesquisador(a) em Saúde Ribeirinha e Logística Amazônica
Desenhar o atendimento de saúde que chega de barco, onde a estrada não chega.
Levar telemedicina para embarcação de atendimento na Amazônia não é adaptar a solução urbana: é outro problema de logística, conectividade e cultura. Você define o modelo de atenção, os protocolos e os indicadores que fazem sentido no território ribeirinho.
COMO FUNCIONA ESTA VAGA
A posição integra um projeto de pesquisa e desenvolvimento submetido a agência de fomento. Nessa modalidade a subvenção econômica custeia a equipe própria em regime CLT — não é bolsa.
Estamos formando o quadro durante a submissão. A contratação efetiva ocorre com a aprovação do projeto, e quem já está no banco é chamado primeiro. Currículo Lattes é o que pesa na avaliação.
A TELI é uma empresa brasileira de tecnologia em saúde, com produtos em operação e registro de software no INPI. Trabalho remoto por padrão; onde há laboratório ou ICT parceira, o modelo é híbrido. Os detalhes do projeto são compartilhados durante o processo seletivo.
O que você vai fazer
- Desenhar o modelo de atenção à saúde em território fluvial.
- Definir protocolos clínicos compatíveis com conectividade intermitente.
- Conduzir a articulação com secretarias de saúde e comunidades.
- Definir e medir os indicadores de impacto em saúde.
Requisitos
- Doutorado em Saúde Coletiva, Medicina, Enfermagem ou área afim.
- Experiência com saúde em territórios de difícil acesso.
- Métodos de pesquisa em saúde pública.
- Currículo Lattes atualizado.
Diferenciais
- Vivência na região Norte.
- Experiência com saúde indígena ou ribeirinha.
Não tem currículo formal? Use o campo “conte sua história”. A gente lê.