Pesquisador(a) Sênior em Projeto de Circuito Integrado Analógico
Projetar o front-end analógico de aquisição de biopotenciais de um circuito integrado nacional para sinais clínicos (ECG, EEG, EMG).
O projeto é um circuito integrado brasileiro para aquisição de sinais clínicos. Você desenha o front-end analógico: amplificador de instrumentação de baixo ruído, filtragem, conversor A/D e referências, com metas duras de CMRR, ruído de entrada referido e ENOB.
O projeto vai do esquemático ao tape-out em processo de silício acessível ao Brasil, com uma ICT parceira no front-end analógico e a TELI na camada de inteligência embarcada. É um dos raros projetos de silício médico do país.
COMO FUNCIONA ESTA VAGA
A posição integra um projeto de pesquisa e desenvolvimento submetido a agência de fomento. Nessa modalidade a subvenção econômica custeia a equipe própria em regime CLT — não é bolsa.
Estamos formando o quadro durante a submissão. A contratação efetiva ocorre com a aprovação do projeto, e quem já está no banco é chamado primeiro. Currículo Lattes é o que pesa na avaliação.
A TELI é uma empresa brasileira de tecnologia em saúde, com produtos em operação e registro de software no INPI. Trabalho remoto por padrão; onde há laboratório ou ICT parceira, o modelo é híbrido. Os detalhes do projeto são compartilhados durante o processo seletivo.
O que você vai fazer
- Especificar e projetar blocos analógicos e mixed-signal ao nível de transistor.
- Fechar simulações de canto, Monte Carlo e pós-layout.
- Conduzir o fluxo até tape-out e validar o silício em bancada.
- Documentar o projeto no padrão exigido pela FINEP e formar os pesquisadores juniores.
Requisitos
- Doutorado em Engenharia Elétrica, Microeletrônica ou equivalente.
- Experiência comprovada em projeto analógico CMOS ao nível de transistor.
- Domínio de Cadence Virtuoso, Spectre e fluxo de verificação (DRC/LVS/PEX).
- Currículo Lattes atualizado.
Diferenciais
- Tape-out já realizado, em qualquer nó.
- Experiência com aquisição de biopotenciais ou instrumentação biomédica.
- Publicações em JSSC, TBioCAS, TCAS ou ISSCC.
Não tem currículo formal? Use o campo “conte sua história”. A gente lê.